terça-feira, 26 de agosto de 2008
Meia Amazônia Não
Queremos a Amazônia por inteiro!!
Aos deputados e senadores:
Tramita no Congresso Nacional um projeto de lei que, se aprovado, será um golpe mortal para todas as florestas brasileiras e, em especial, a amazônica. O PL 6424/2005, conhecido com Floresta Zero, reduz a reserva legal da região para 50% e ainda permite compensar, em outros locais, qualquer desmatamento que vá além desse limite.
Aos deputados e senadores:
Tramita no Congresso Nacional um projeto de lei que, se aprovado, será um golpe mortal para todas as florestas brasileiras e, em especial, a amazônica. O PL 6424/2005, conhecido com Floresta Zero, reduz a reserva legal da região para 50% e ainda permite compensar, em outros locais, qualquer desmatamento que vá além desse limite.
O Brasil demorou 450 anos para botar no chão praticamente uma floresta inteira, a Mata Atlântica, que se espalhava em 1 milhão de quilômetros quadrados entre o Paraná e o Rio Grande do Norte. Infelizmente, parece que não aprendemos nada dessa lição. A velocidade de destruição da Amazônia é quase dez vezes maior. Em pouco menos de 40 anos, já perdemos para sempre mais de 700 mil quilômetros quadrados de Amazônia – o equivalente a quase três estados de São Paulo. Se o Floresta Zero passar no Congresso, a devastação assumirá um ritmo ainda mais avassalador.
O Floresta Zero incentiva a derrubada da floresta e inocenta milhares de crimes ambientais. A Amazônia ocupa 5% do solo do planeta e abriga a maior biodiversidade do mundo. Somos hoje o quarto maior emissor de gases de efeito estufa do mundo. Cerca de 70% de nossas emissões são decorrentes do desmatamento e das queimadas.
Destruir a Amazônia provoca um grande impacto econômico e social no país. A chuva que é produzida na Amazônia é importante não apenas para a região. Ela ajuda na geração de energia, na produção de alimentos e no abastecimento de água no centro, sul e sudeste brasileiro. Para os mais de 22 milhões de brasileiros que habitam a Amazônia, o desmatamento nunca trouxe desenvolvimento social. Cerca de 85% dos casos de trabalho escravo do país ocorrem nas áreas desmatadas da Amazônia.
Ao invés de aumentar a proteção do meio ambiente e estabelecer metas para a redução do desmatamento, o Congresso Nacional estará dando as costas para a Amazônia e abrindo as portas para mais destruição. A sociedade brasileira exige um ponto final no desmatamento de nossas florestas, em especial a Amazônia. Seja a favor da floresta. Diga não ao PL 6424/2005.
http://www.meiamazonianao.org.br/
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Biolítica In Rio
Rock in Rio plantará 7.000 árvores em Madri para compensar emissões
O próximo Rock In Rio, que será realizado em Madri (???) irá plantar 7.OOO árvores para compensar as emissões de carbono do evento, além dessa, outras medidas serão implantadas para diminuir o impacto do show de rock, inclusive diminuir o tamanho do estacionamento para que as pessoas sejam obrigadas a utilizar transportes coletivos.
Uma atitude ecologicamente correta muitos irão dizer, mas em tempos de aquecimento global, uma atitude dessas tem mais a intenção de ser economicamente correta, já que os investimentos para atitudes como essa são grandes, com bancos criando programas de investimento específicos para preservação ambiental.
Por muito tempo meio ambiente e economia foram consideradas como opostos, mas agora parece que o nosso mundo globalizado arrumou uma maneira de lucrar com a consciência ambiental, uma iniciativa que deve ser acompanhada de perto, mas de qualquer forma, o meio ambiente agradece!
O próximo Rock In Rio, que será realizado em Madri (???) irá plantar 7.OOO árvores para compensar as emissões de carbono do evento, além dessa, outras medidas serão implantadas para diminuir o impacto do show de rock, inclusive diminuir o tamanho do estacionamento para que as pessoas sejam obrigadas a utilizar transportes coletivos.
Uma atitude ecologicamente correta muitos irão dizer, mas em tempos de aquecimento global, uma atitude dessas tem mais a intenção de ser economicamente correta, já que os investimentos para atitudes como essa são grandes, com bancos criando programas de investimento específicos para preservação ambiental.
Por muito tempo meio ambiente e economia foram consideradas como opostos, mas agora parece que o nosso mundo globalizado arrumou uma maneira de lucrar com a consciência ambiental, uma iniciativa que deve ser acompanhada de perto, mas de qualquer forma, o meio ambiente agradece!
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Globo Repórter - Tráfico de Animais
Oi pessoal, para quem não viu vale a pena ver os vídeos na internet sobre o programa que passou hoje no Globo Repórter sobre o Tráfico de Animais, embora o programa esteja um pouco romanceado, vale a pena ver pelo assunto, o endereço eletrônico é: www.globo.com/globoreporter.
- Enquanto eu não aprendo linguagem html, mudei o layout do site pelos padrões do blog, se alguém souber e quiser ajudar, sinta-se a vontade!
- Enquanto eu não aprendo linguagem html, mudei o layout do site pelos padrões do blog, se alguém souber e quiser ajudar, sinta-se a vontade!
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Internacionalização da Amazônia
Bom, depois de um bom tempo sem postar, aqui vai uma notícia das boas. Vem sendo vinculado um vídeo na internet desta empresa (www.arkhosbiotech.com) sobre a internacionalização da Amazônia, o vídeo por si só já é revoltante, o site mais ainda. Mas tudo não passa de uma farsa, na verdade um tipo de competição publicitária. Abaixo segue uma reportagem do site 1° hora com mais detalhes.
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Internacionalização da Amazônia
A verdade sobre a campanha de privatização da Amazônia, proposta pela empresa Arkhos Biotech, desvendada pela editora assistente da Folha de São Paulo Malu Delgado, que foi à luta e descobriu que “a ficção pregou uma peça na política”, foi considerado um mico pelo senador Arthur Virgílio (PSDB-AM), que repercutiu a denúncia da Agência Amazônia na tribuna do Senado.
Discordo do senador. O debate sobre o assunto serve de alerta as autoridades brasileiras para as brincadeiras de mau gosto que circulam na internet. Cabe ao governo brasileiro apurar as reais intenções dessa ação, que repercutiu na imprensa e no Congresso Nacional. Aqui não interessa discutir se a Arkhos é real ou virtual. O que interessa discutir é que existe um site na internet ( www.arkhosbiotech.com) pregando a internacionalização da Amazônia.
Os senadores e deputados que levaram ao Congresso Nacional a denúncia da Agência Amazônia de Notícias, assim como a própria agência e todos os jornalistas que se indignaram com a descoberta do site agiram de boa fé em defesa da Amazônia. A notícia divulgada pela Agência é extremamente grave, exista ou não a empresa, pelo simples fato de estar disponível na internet um vídeo propondo a internacionalização da Amazônia, com ofensas ao país e aos sul-americanos em geral.Segundo Malu Delgado, a Arkhos é uma empresa fictícia criada em jogo virtual - "Alternate Reality Games" (ARGs) -, no site www.zonaincerta.com, patrocinado pelo guaraná Antarctica, feito em parceria com a Editora Abril. A brincadeira tem como eixo uma misteriosa história envolvendo um biólogo que teria descoberto segredos da fabricação do guaraná. A Arkhos é a vilã que quer a Amazônia sob controle privado.
Procurado por Malu, a Ambev, fabricante do guaraná Antarctica, afirmou que aderiu a uma ferramenta de marketing inovadora e diferenciada, ainda pouco explorada, que é o "alternate reality games", um jogo que convida os consumidores da marca a desvendar um mistério. A ação gira em torno da fórmula secreta do guaraná. Por mais que se explique a “brincadeira” na internet, o seu enredo é pernicioso aos interesses do Brasil, pois prega a internacionalização da Amazônia.
O senador Arthur Virgílio (PSD-AM), um dos parlamentares que usou a tribuna para protestar contra a campanha, ao ser informado sobre a “brincadeira” reagiu com bom humor: "É um mico danado, hein! Mas vou continuar vigilante a meu Estado, ainda que tenha que pagar outros micos. Neste caso foi “brincadeira”, mas tem gente que de fato pensa isso da Amazônia. Discordo da reação do senador, pois não se trata de uma brincadeira saudável, mas de muito mau gosto e danosa a Amazônia.Como um senador amazônida, o que se espera é que volte a tribuna do Senado, peça a retirada imediata do site do ar e que solicite a Ambev e Editora Abril que se retratem através de nota pública divulgada na imprensa.Afinal, a atitude da Ambev e da Editora Abril é no mínimo temerária, pois no frigir dos ovos estão pregando a privatização da Amazônia.
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Internacionalização da Amazônia
A verdade sobre a campanha de privatização da Amazônia, proposta pela empresa Arkhos Biotech, desvendada pela editora assistente da Folha de São Paulo Malu Delgado, que foi à luta e descobriu que “a ficção pregou uma peça na política”, foi considerado um mico pelo senador Arthur Virgílio (PSDB-AM), que repercutiu a denúncia da Agência Amazônia na tribuna do Senado.
Discordo do senador. O debate sobre o assunto serve de alerta as autoridades brasileiras para as brincadeiras de mau gosto que circulam na internet. Cabe ao governo brasileiro apurar as reais intenções dessa ação, que repercutiu na imprensa e no Congresso Nacional. Aqui não interessa discutir se a Arkhos é real ou virtual. O que interessa discutir é que existe um site na internet ( www.arkhosbiotech.com) pregando a internacionalização da Amazônia.
Os senadores e deputados que levaram ao Congresso Nacional a denúncia da Agência Amazônia de Notícias, assim como a própria agência e todos os jornalistas que se indignaram com a descoberta do site agiram de boa fé em defesa da Amazônia. A notícia divulgada pela Agência é extremamente grave, exista ou não a empresa, pelo simples fato de estar disponível na internet um vídeo propondo a internacionalização da Amazônia, com ofensas ao país e aos sul-americanos em geral.Segundo Malu Delgado, a Arkhos é uma empresa fictícia criada em jogo virtual - "Alternate Reality Games" (ARGs) -, no site www.zonaincerta.com, patrocinado pelo guaraná Antarctica, feito em parceria com a Editora Abril. A brincadeira tem como eixo uma misteriosa história envolvendo um biólogo que teria descoberto segredos da fabricação do guaraná. A Arkhos é a vilã que quer a Amazônia sob controle privado.
Procurado por Malu, a Ambev, fabricante do guaraná Antarctica, afirmou que aderiu a uma ferramenta de marketing inovadora e diferenciada, ainda pouco explorada, que é o "alternate reality games", um jogo que convida os consumidores da marca a desvendar um mistério. A ação gira em torno da fórmula secreta do guaraná. Por mais que se explique a “brincadeira” na internet, o seu enredo é pernicioso aos interesses do Brasil, pois prega a internacionalização da Amazônia.
O senador Arthur Virgílio (PSD-AM), um dos parlamentares que usou a tribuna para protestar contra a campanha, ao ser informado sobre a “brincadeira” reagiu com bom humor: "É um mico danado, hein! Mas vou continuar vigilante a meu Estado, ainda que tenha que pagar outros micos. Neste caso foi “brincadeira”, mas tem gente que de fato pensa isso da Amazônia. Discordo da reação do senador, pois não se trata de uma brincadeira saudável, mas de muito mau gosto e danosa a Amazônia.Como um senador amazônida, o que se espera é que volte a tribuna do Senado, peça a retirada imediata do site do ar e que solicite a Ambev e Editora Abril que se retratem através de nota pública divulgada na imprensa.Afinal, a atitude da Ambev e da Editora Abril é no mínimo temerária, pois no frigir dos ovos estão pregando a privatização da Amazônia.
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Meio ambiente é recorde no Guiness 2008
O 'Guinness World Records', edição 2008, que a Ediouro coloca nas livrarias em outubro, traz em destaque inúmeros recordes na área do Meio Ambiente. Entre as boas notícias, estão diversas iniciativas para diminuir o aquecimento global.Em 2 de fevereiro de 2007, o governo australiano anunciou que até 2009 o país não usará mais lâmpadas de luz incandescente, a fim de reduzir em cerca de 800 mil toneladas a emissão de gases de efeito-estufa.Outro recorde é o do 'maior prêmio ambiental' já instituído até hoje para salvar o Planeta. Em fevereiro deste ano, o britânico Richard Branson anunciou a criação do "Earth Challenge", o "Desafio da Terra", que dará um prêmio de US$ 25 milhões para o indivíduo ou grupo que fornecer a melhor solução para a remoção do dióxido de carbono da atmosfera terrestre. Os inscritos devem projetar um sistema que livre a atmosfera de, no mínimo, um bilhão de toneladas de dióxido de carbono, todos os anos, por uma década. A data limite de inscrição no "Earth Challenge" é 8 de fevereiro de 2010.A nova edição do "Livro dos Recordes" também registra o melhor e o pior desempenho ambiental, segundo pesquisas do Índice de Desempenho Ambiental, apresentado em 2006 no Fórum Econômico Mundial, por cientistas das universidades americanas de Yale e Columbia. Dos 133 países pesquisados, aquele com melhor desempenho ambiental é a Nova Zelândia. Em segundo vem a Suécia e em terceiro, a Finlândia. O país com pior desempenho ambiental é a Nigéria, na África.O Guinness 2008 também destaca tristes recordes. Os maiores níveis de dióxido de carbono na atmosfera (grande causador do efeito estufa) foram registrados em 2004 - 377,1 partes por milhão. Segundo a Organização Mundial de Meteorologia, isso significa um aumento de 35% na quantidade de CO² na atmosfera desde a era pré-industrial do século XVIII.Enquanto isso, os Estados Unidos continuam sendo o maior produtor de dióxido de carbono. Em 2004, o país emitiu quase 6 bilhões de toneladas de gás carbônico, como resultado do consumo e da queima de combustíveis fósseis. A China vem em segundo lugar, com 4,7 bilhões de toneladas, e a Rússia, em terceiro, com 1,7 bilhão de toneladas.O Brasil é lembrado por causa do desmatamento. Dos 44 países que, juntos, detêm 90% das florestas do mundo, a Indonésia possui a taxa anual de desmatamento mais alta: 1,8 milhão de hectares foi desmatado anualmente, de 2000 a 2005, o equivalente a 2% das florestas do país por ano. Mas o maior desmatamento já registrado ocorreu no Brasil, que possui 14% das florestas do mundo. Nada menos que 2.309.000 hectares de floresta tropical foram desmatados entre 1990 e 2000. Só em 2004, segundo o Guinness, os fazendeiros, produtores de soja e madeireiros brasileiros acabaram com 26.127 km² de floresta tropical.
Pesquisa mostra sustentabilidade na construção
Um balanço das práticas de sustentabilidade utilizadas em projetos de construção, na América Latina, foi organizado por Vanderley M. John e Diana Csillag, docente e mestranda da Escola Politécnica da USP, respectivamente. Os autores da pesquisa adotaram como objeto de estudo os trabalhos inscritos na primeira edição do Holcim Awards – premiação mundial promovida pela Holcim Foundation for Sustainable Construction com o objetivo de reconhecer projetos de construção sustentável que reúnam inovação, eficiência e visão de futuro para o este segmento. Os pesquisadores da USP analisaram 233 projetos latino-americanos que se inscreveram na premiação. A base da análise estatística considerou como principal critério as três dimensões que compõem a construção sustentável: o desenvolvimento social, a proteção ambiental e o desenvolvimento econômico.
Pesquisa mostra sustentabilidade na construção
Um balanço das práticas de sustentabilidade utilizadas em projetos de construção, na América Latina, foi organizado por Vanderley M. John e Diana Csillag, docente e mestranda da Escola Politécnica da USP, respectivamente. Os autores da pesquisa adotaram como objeto de estudo os trabalhos inscritos na primeira edição do Holcim Awards – premiação mundial promovida pela Holcim Foundation for Sustainable Construction com o objetivo de reconhecer projetos de construção sustentável que reúnam inovação, eficiência e visão de futuro para o este segmento. Os pesquisadores da USP analisaram 233 projetos latino-americanos que se inscreveram na premiação. A base da análise estatística considerou como principal critério as três dimensões que compõem a construção sustentável: o desenvolvimento social, a proteção ambiental e o desenvolvimento econômico.
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